Educação reversa
A conscientização acontece de dentro para fora, no coração de cada um — não de cima para baixo.
Da dor ao propósito. Mais de 700 encontros levando conscientização para dentro da escola — e uma bandeira em defesa das famílias atípicas.
Eu precisei lidar com a dor da alma — e com uma sociedade que ainda não sabia respeitá-la.
O projeto nasceu depois de um processo de depressão — algo muito difícil. Foi ali que conheci de perto o preconceito que ainda cerca a doença: a ideia de que é frescura, de que é falta de Deus, de que bastaria “lavar uma louça” para passar.
Depois de vencer esse processo, veio a certeza: eu precisava construir algo para servir quem sentia a mesma dor. A primeira palestra aconteceu numa escola de Guaxupé, Minas Gerais. Era o começo de tudo.
23 de setembro de 2018 — a primeira de muitasCarrego o título de palestra, mas chamo de encontro. É uma terapia coletiva: um cuidado pessoal, vivido em grupo — onde as feridas são tratadas exatamente onde elas estão.
A conscientização acontece de dentro para fora, no coração de cada um — não de cima para baixo.
Antes de combater o bullying, trato o alicerce: princípios, valores e o respeito que começa em casa.
Muita dinâmica e escuta ativa. Um atendimento pessoal, mas vivido junto, em grupo.
Essa geração é, antes de tudo, reflexo de um lar. Cuido da base que forma o caráter.
“Não adianta pendurar cartazes contra o bullying se a base não for tratada.”
Sempre cuidamos de todos, atípicos e típicos. Mas viemos com mais força pelas famílias atípicas — pelo privilégio de representar o Partido Autista e levar a conscientização para dentro da escola, para as crianças e para os pais.
Empresas, escolas e instituições que querem gerar impacto real encontram aqui um caminho com propósito — e um alcance que poucas causas têm.
Seguidores que acompanham e compartilham cada mensagem.
Presença viva em escolas e comunidades de todo o país.
Uma trajetória nacional, do interior às capitais.
Associe seu nome à defesa das famílias atípicas e da educação na base.